2011/05/20

FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que as consequências da subida do desemprego por causa da crise foram muito mais graves em Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha do que na média da Zona Euro. As desigualdades sociais agravaram-se cinco vezes mais nestes países, caindo 10 pontos percentuais, enquanto nas restantes desceu dois pontos percentuais. Por isso, o FMI defende que os países periféricos do Euro têm de fazer reformas na economia e mercado de trabalho para que o desemprego não seja um problema estrutural.
Até quando, nos vamos, calando a esta escumalha. Temos que nos unir, o Pobre trabalhador e os desfavorecidos, temos que nos revoltar. VIVEM as custas do Orçamento Geral do Estado, por outras palavras as nossas custas.   A Assembleia Legislativa da Região autónoma dos Açores gastou o ano passado mais de 1 milhão e 800 mil euros apenas com as reformas dos deputados.  

Os custos com a Caixa Geral de Aposentações têm vindo a aumentar.

"A população tem de saber o que se passa e o que se passou" com as contas do Estado, refere António Barreto, sublinhando a necessidade de ser feita uma auditoria às contas públicas portuguesas.  

O sociólogo refere que "os senhores do Fundo Monetáio Internacional e da Europa já sabem" o que aconteceu às contas públicas do Estado potuguês, mas os portugueses não.

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